Hoje voltou aquela sensação, e por momentos pensei que podia quebrar.
O problema é quando se pensa demasiado...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Entre achados e perdidos
A vida passa sempre
Tão apressada
Que pouco podes conter
Os dias são ausentes
Sabem a nada
Se te esqueceres de viver
Agarra o teu mundo
Acende os lugares
Onde se escondem os teus sentidos
E não tenhas medo
Se às vezes falhares
O que importa é o caminho
Que fica
Entre achados e perdidos
Mafalda Veiga - Entre achados e perdidos
Tão apressada
Que pouco podes conter
Os dias são ausentes
Sabem a nada
Se te esqueceres de viver
Agarra o teu mundo
Acende os lugares
Onde se escondem os teus sentidos
E não tenhas medo
Se às vezes falhares
O que importa é o caminho
Que fica
Entre achados e perdidos
Mafalda Veiga - Entre achados e perdidos
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Sinto cada vez mais que mudaste, que já não sou o teu “co-piloto”. Lembro-me de te conhecer bem, de seres o meu ídolo, de te perdoar tudo. Sabia que estavas sempre presente, ainda que estivesses ausente, durante meses ou até anos. Ligavas-me todos os dias, era a única maneira de enganar a saudade. E conseguias fazê-lo na perfeição. Até que te afastaste de vez, não só por uns tempos. Desta vez, não consigo adivinhar quanto tempo vais ficar fora.
Saudades*
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Ainda não sei o que me fez agir daquela maneira inesperada. Parecia saber o que fazer, embora nunca saiba na realidade. Não queria render-me ao conformismo, sem bater o pé, mas também tinha medo de arriscar. E então, fui deixando passar o tempo, sempre à espera de um pouco de coragem. Até que abri os olhos, parei de pensar tanto e deixei-me ir. O nervoso miudinho nunca me deixou e o medo começou lentamente a apoderar-se de mim, mas segui em frente. "A coragem compensa", foi o que me disseram.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Mafalda Veiga - Fragilidade
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Mafalda Veiga - Fragilidade
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